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terça-feira, 23 de novembro de 2021

Casos de sarna humana são registrados no litoral de SP; entenda a doença

Casos de sarna humana são registrados no litoral de SP; entenda a doença
Foto: Arquivo pessoal

Casos de sarna humana voltaram a ser identificados em localidades do litoral de São Paulo, de acordo com reportagem do Uol. A doença é causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei, parasita que se alimenta da queratina, que é a proteína que constitui a camada superficial da pele, onde também abrem túneis, se reproduzem e depositam ovos.

 

A reportagem destaca que a doença é caracterizada por um alto grau de transmissibilidade pelo contato íntimo e atinge principalmente pessoas que não mantém bons hábitos de higiene, o que inclui não trocar de roupas com frequência. A transmissão pode ocorrer também através do compartilhamento de peças de roupa, assim como de uma cama ou mesmo de um sofá infectado.

 

O diagnóstico se dá através de exame clínico, mas o definitivo é feito a partir da raspagem das lesões e investigação com lupa especial, destaca o portal Uol.

 

Os sintomas causados pela doença incluem bolinhas vermelhas e uma coceira persistente, principalmente em áreas quentes do corpo, como dobras, axilas, umbigos, vãos dos dedos, região íntima. Conforme a reportagem, a condição tende a piorar durante a noite.

 

Além disso, os pacientes imunodeprimidos estão mais expostos ao risco de infecção pelo parasita da sarna.

 

O tratamento é feito através do uso local de escabicidas, substâncias que combatem a sarna. O produto deve ser aplicado no corpo todo, exceto acima da linha do nariz e das orelhas, por dois ou três dias, traz o Uol. A matéria ainda destaca a importância da aplicação ser repetida depois de sete a dez dias para combater os ácaros provenientes dos ovos que ainda não haviam eclodido na primeira aplicação.

 

CASOS EM SÃO PAULO

De acordo com a reportagem, os primeiros casos surgiram na Vila Nova Mirim, em Praia Grande, em novembro do ano passado. Agora com o registro de novos casos os moradores estão assustados. Um bebê de dois meses chegou a ser internado.

 

A prefeitura realizou algumas ações. Mas, agora, o acompanhamento dos moradores na região estaria sendo feito por uma agente comunitária que, conforme denunciaram os moradores, há um bom tempo não aparece.


Do Portal Bahia Notícias

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