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sábado, 7 de agosto de 2021

Em 11 horas, Bahia iguala número de ouros que tinha conquistado em mais de 100 anos

Em 11 horas, Bahia iguala número de ouros que tinha conquistado em mais de 100 anos
Foto: Gaspar Nóbrega / COB

Entre o momento que Isaquias Queiroz cruzou em primeiro a linha de chegada da final da prova do C1 1000 metros, na canoagem velocidade (veja aqui), e a seleção de futebol masculino do Brasil, capitaneada por Daniel Alves, venceu a Espanha por 2 a 1 no Estádio de Yokohama (leia aqui), a Bahia conquistou o mesmo número de medalhas de ouro (3) que havia conquistado nos últimos 100 anos de Jogos Olímpicos. Foram 11 horas, no total. 

 

Além de Isaquias e Daniel, Hebert Conceição subiu ao lugar mais alto do pódio no boxe, na categoria peso-médio (até 75 quilos) (saiba mais aqui). Contando com Ana Marcela Cunha, campeã na maratona aquática (lembre aqui), o estado tem, agora, quatro dos sete ouros do Brasil em Tóquio-2020. 

 

Desde Antuérpia-1920, a primeira participação do país no evento, três baianos tinham subido ao lugar mais alto do pódio: Ricardo, no vôlei de praia, Wallace, no futebol masculino, e Robson Conceição, no boxe.

 

O número de medalhas total do estado chegou a 19 com os Jogos de Tóquio. Antes do início, eram 15 (veja aqui). 

 

Em Tóquio, a Bahia ainda tem chance de ouro com outra atleta: Beatriz Ferreira, atual campeã mundial do peso-leve (até 60 quilos), vai entrar no ringue às 2h, para disputar a final contra a irlandesa Kellie Harington. Seria a vigésima medalha do estado. 


Do Portal Bahia Notícias/por Matheus Caldas / Nuno Krause

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