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sábado, 1 de maio de 2021

Polícia monitora droga que faz usuários se comportarem como macaco

Polícia monitora droga que faz usuários se comportarem como macaco
Foto: Reprodução/Unicamp

Os peritos criminais do Instituto Criminalista da Polícia Civil do Distrito Federal estão monitorando as consequências de uma nova classe de drogas sintéticas, que despertam nos usuários comportamentos semelhantes aos de macacos. Já foi possível detectar efeitos que vão de “coragem ilimitada”, acompanha a onda de alucinações. O corpo curvado semelhante o ímpeto para pular de prédio ou se jogar contra veículos também são sintomas provocados.

 

De acordo com publicação do portal Metrópoles, pelo menos 20 derivações de estimulantes alucinógenos são fruto de uma espécie de arbusto chamado Khat, que cresce apenas nas áreas tropicais da África Oriental e de países da península Arábica, mas que já cruzou o Oceano Atlântico e desembarcou na capital da República. A planta ganhou o nome científico de catinona sintética e se tornou uma espécie de “mãe” de outras drogas geneticamente modificadas.

 

A pedido do Metrópoles, um dos peritos do IC mapeou o registro de 200 ocorrências envolvendo a apreensão de mais de 5,5 mil comprimidos e cristais contendo 20 substâncias diferentes, todas derivadas da catinona sintética. Elas estão nas ruas e, na maioria das vezes, são traficadas como outro tipo de entorpecente, que pode ser ecstasy, cristal e ketamina, por exemplo.

 

Entre as derivações de drogas sintéticas elaboradas a partir da planta africana, a mais encontrada no DF é a N-etilpentilona. A substância é distribuída por traficantes em forma de comprimidos e cristais. Em quase todas as oportunidades, a pessoa usa a droga sem saber, de fato, o que está ingerindo. O comprimido é similar ao ecstasy, mas, na verdade, é um estimulante ainda mais perigoso.

 

O caso mais grave envolvendo o uso da N-etilpentilona é a morte de uma estudante de enfermagem, em 25 de junho de 2018. Os peritos do IC identificaram traços da substância no organismo de Ana Carolina Lessa, 19 anos. A jovem ingeriu a droga durante uma festa rave, ocorrida na zona rural do Recanto das Emas. Testemunhas afirmaram que ela se debatia e se jogava contra as grades que cercavam o local do evento.


Do Portal Bahia Notícias

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