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sexta-feira, 16 de abril de 2021

O ano do streaming

Como plataformas como Netflix, Disney+, AmazonPrimes e HBO Max devem se popularizar e fidelizar clientes

São Paulo, abril de 2021 - Quando a Netflix chegou ao Brasil em 2011, poucas pessoas poderiam imaginar o quanto o mercado do entretenimento estava mudando. Ninguém pensava que uma empresa de oferta de títulos on demand revolucionaria o mercado por oferecer uma opção de serviço mais acessível e com mais qualidade. Um estudo da Sherlock Communications, intitulado "Mercado, Consumo e Diversidade em Serviços de Streaming de Vídeo na América Latina" e que foi realizado em seis países - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru - revelou que mais de 92% dos entrevistados disseram que assinaram uma plataforma de streaming desde 2019, com 70% tendo adicionado pelo menos uma em 2020.

A Disney+, que recentemente estacionou por aqui, anunciou que atingiu os 100 milhões de assinantes, metade da base que possui a Netflix. "O Brasil é um país muito conectado. Em termos de rede sociais já figura entre os top 5 no Facebook, Youtube, Instagram e por isso mesmo já tem uma aderência muito grande de interagir com plataformas de streaming", afirma Pedro Oliveira, cofundador da OutField Consulting , uma consultoria focada nos negócios do esporte e do entretenimento. Ele cita alguns dos exemplos que fazem delas um sucesso e também uma ameaça aos cinemas e TVs a cabo, entre elas, os preços, que começam a partir de apenas R9,90 na Amazon Prime.

Uma família que vai ao cinema pode gastar até R150,00 para assistir a um único filme. Um bom pacote de TV por assinatura é a partir disso para mais. Provavelmente será muito mais compensador para essa família uma plataforma de streaming, que oferece diversos títulos e conteúdos diversificados por um preço acessível, e que poderá ver do próprio sofá a hora que preferir. Enxergando muito bem esse movimento, e ainda com a onda da pandemia e do isolamento social, essas plataformas começaram a adotar estratégias que engajam o público e prendem sua atenção.

A HBO Max, por exemplo, que ainda não chegou ao Brasil, realizou o lançamento de "Wonder Woman 1984" nos EUA primeiro e exclusivamente pelo seu próprio canal sem nenhum custo adicional e em 4k, enquanto a Disney+ anunciava a série "WandaVision" e "Falcão e Soldado Invernal", de forma semanal, trazendo os heróis do cinema para dentro de casa, literalmente - e aumentando o "hype" dos fãs dos quadrinhos. A Netflix ainda colhe o sucesso de "La Casa de Papel", uma das séries mais aclamadas dos últimos anos, e lança logo em seguida um novo conteúdo que dá o que falar na internet, "Lupin". "Fazendo as contas na ponta do lápis, vale mais a pena você ter um serviço de streaming do que a TV por assinatura, onde há pelo menos 20 min gastos com anúncios. Quem ganha é o consumidor, com mais ofertas de conteúdo, um cenário mais competitivo", explica.

Mas existe uma barreira, de acordo com o especialista, que é a infraestrutura. "Ainda não temos a mesma velocidade estrutural como no mercado americano, com penetração de internet e smartphones. O sinal às vezes cai, a imagem fica quadriculada, pode ocorrer delay de alguns segundos, e são pequenas coisas que comprometem no quesito de qualidade. Mas isso vai evoluir e o mercado de plataformas de streaming não é mais uma tendência, já é uma realidade", analisa Oliveira.

Sobre a OutField
Fundada em 2016 pelos empreendedores Lucas de Paula e Pedro Oliveira, a OutField é uma consultoria focada nos negócios do esporte e do entretenimento. A empresa nasceu para que o esporte na América Latina, a começar pelo Brasil, alcance seu potencial e se aproxime da grandeza das indústrias americana e europeia, aproximando o mercado esportivo do entretenimento por meio da inovação. Com escritórios em São Paulo e em Nova York (EUA), a OutField tem em seu portfólio marcas, clubes e atletas, como New Balance, Wix, Flamengo e Anderson Silva, com os quais atua para criar novas oportunidades de marketing, investimento e negócios dentro do esporte.


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